E tem horas que a gente precisa escrever... | |
Porque é o meu jeito de devolver algumas coisas para as pessoas... Eu estive pensando nisso estes dias porque eu reparei como a minha agenda anda lotada e mais lotada do que com as coisas do colégio. "Poxa, quantos momentos, quantos encontros...". Eu fiquei pensando nisso de exposição tb. Quem sai em público falando o que acredita dá a cara a tapa. Não tem jeito. Mas como uma das coisas que eu aprendi há algum tempo, não dá pra agradar todo mundo e sempre alguma coisa de bom alguém vai tirar do que vc disse... quer dizer, as pessoas não estão ali a toa pra te ouvir... E assim as conversas começam e as pessoas se conhecem. Como os espíritas tem a coisa da caridade e do servir a uma casa, a um centro uma ou mais vezes por semana, é assim que eu sirvo... Mantendo meu site para quem tiver curiosidade... Dando minhas palestras gratuitas... E quem quiser ir mais e mais fundo... bom, tem os cursos em certos locais e tem o tempo de estudo... Mas esse é além de mim, pois com ele está a vontade alheia. Eu palestro porque eu gosto de ensinar. Na verdade é o mesmo motivo pelo qual eu escrevo. Para me expor... para me colocar... para tirar de dentro de mim todo esses raios de sentimentos e de idéias... É como eu me dou um pouco =)
Este fim de semana tive uma inspiração. Como eu sempre divulgo meus eventos, palestras, cursos e afins, eu dificilmente escrevo um feedback de como foram as coisas, a não ser pelas fotos. E comecei a achar que estava perdendo alguma coisa. Foi então que resolvi sentar-me aqui e escrever um pouco do que rolou e, quem sabe, ampliar a discussão. Da palestra "Strix a streghe: animais no mito e na realidade das bruxas" tiramos coisas muito interessantes. Aliás, essa palestra ocorreu primeiramente no espaço Viver Alternativo agora em maio e vai se repetir no PNT tb de maio... Ou seja, vai se um mês de palestras animais! O intuíto dessa palestra era conversar sobre como alguns animais se demonizaram ao longo do processo histórico e como, esses animais que podem parecer tão horríveis ou temerários no senso comum, são realmente divinos e importantes no trabalho mágicko das streghe, strigoi e outras bruxas e pagãos. Meu foco ficou em três animais muito conhecidos na Itália e nas suas histórias de bruxas: a coruja (strix), o gato e o bode. Todos se tornaram fonte de medo de mal agouro e figuras do mal encarnado e como tudo isso prejudicou, e muito, às populações. Quando falamos de corujas falamos de animais que olham o escuro, enxergam a noite e assim dão uma idéia de que sabem do que vc esconde de mais secreto. Talvez a coruja olhe dentro da alma. A mesma coruja que é o animal sagrado de Athena e representa conhecimento e sabedoria. O animal da deusa que é filha de Métis (Pensamento) e Zeus (Raio)... Athena e sua coruja assim trazem a clareza de pensamento... E nessa conversa também falamos da Deusa Anciã e como apenas uma coruja é o animal da Trívia. E que isso pode trazer medo... A Anciã pode até levar quem morre, mas, ponderei, não será a Donzela que pode trazer o feitiço, a maldição ou o encatamento para vir a posterior morte? Esse foi um aspecto que mereceria mais um tempo de conversa... Dos gatos, conversamos sobre os absurdos de se pensar até hoje que o bicho carrega nela o que não presta. Na verdade, eu e a Sarah temos uma idéia muito parecida de quem não gosta de gatos, não reconhece em si e assim, teme, todos os atributos do gato. Do bode conversamos sobre sua ligação com o Judaísmo e como isso, na Inquisição se tornou um problema bem sério. Por fim, falamos de outros animais e chegamos nas serpentes e como ela acabou por receber a carga maligna... como representante de feminino, de ventre que anda na terra... ventre sobre ventre, ela carrega a transformação que nem todos os seres humanos compreendem. Eu pessoalmente eu não sou muito de serpentes, mas sei que existe um contexto rico ai. Eu acredito que existe uma coisa importante no sentido dos pontos-de-vista e de como as coisas não podem ser absolutas... quer dizer, por mais que a serpente Python tenha sido um problema, é evidente a importancia das cobras na literatura médica e assim vemos Higéia, neta de Apollo, que matou a Python, carregando uma serpente... pois dali sai o veneno e o remédio... Animais podem ser símbolos. Como nós ficamos ao interpretá-los? Será que não precisamos de um olhar mais amplo, um olhar mais de coruja para enxergar além de certas convenções sociais, de nosso tempo ou de outros? Como nosso íntimo se relaciona com esses animais? Aqui fica o convite à reflexão... e domingo que vem, tem mais! 
- Tarot
- Justiça
- Pensamento
- Cuidado
- Atenção
- Virose (da minha gata, coitada)
- Ocupação
- Dinheiro
- Deuses... Apollo principalmente
- Beijos, abraços e todo o resto (hehe)
- Carinho e apoio de amigos
- Leveza
- Rio Branco
-Cabelo crescendo
Não tem uma ordem... mas essas coisas têm todas orbitado a minha mente ultimamente...
começa a dar as caras... e laiá... Acho que eu vou perseguir isso nessa lunação... visão clara =) 7 maio 2008
Depois do estresse produzido por certos dramas, o mais importante é que sua mente recupere a visão clara dos objetivos perseguidos, inclusive porque todos os dramas aconteceram por causa destes. Continue seu caminho em paz.
Essa coisa de raposa de arcano 15 e a proximidade da tarde de animais mágickos têm colocado minha cabeça perto desse assunto. E qual não foi a minha surpresa quando baixando o mais recente podcast de Tarot Connection, eu vejo que um dos episódios anteriores é sobre Totemismo...
O que isso tem com tarot, vc pode pensar? Bem, a pessoa que foi entrevistada fez um baralho, um oráculo para que as pessoas possam meditar sobre seus totens - primários, o seu, o que anda com vc a vida toda; o secundário, como uma forte influência, mas nem sempre constante; e o terciário, o que pode vir ajudar (que é o caso de raposa e Pietra nessa lunação).
Isso tudo me fez pensar em como essas forças podem ser de forte influência. Não sou xamã e não tenho intensão de entrar nesse mundo- pelo menos por enquanto - mas os animais são uma forma de expressão divina, como nós ou os minerais ou as plantas. Nossos Deuses tão amados tem animais que os representam. O lobo de Leto... O corvo de Apollo... Os leões de Rhea Kybele...
E esses animais trazem uma parte da personagem divina que em nós tb habita.
E o Totemismo e o Culto aos Deuses tem várias coisas em comum. Acho que essa busca pelas expressões da Natureza, segue uma linha de descobrir-se, de conhecer-se. E aqui corre-se um risco, de não se ver o que tem de ser visto. De fugir da verdade d'A Sacerdotisa e iludir-se como alguém preso n'O Diabo.
Deuses não são o que queremos que sejam. São o que são. Animais não são o que queremos que sejam. São o que são. Assim, não adianta querer ter a águia como totem se o seu animal é joaninha. Claro que se aprende da Águia, mas as lições que se tem de aprender são as de joaninha, imagina o que pode-se estar deixando de lado?
Aprender sobre o que te rege é um processo demorado. A Lupa, a xamã que fez esse baralho, diz que dificilmente se apreende seu totem primário em UMA meditação. E que várias meditações nos trazem a um mundo maravilhoso que vai se descortinando aos poucos.
Eu sei que não sou a raposa. Mas aprendi com ela... e fico pensando em outros animais nas cartas de tarot e como eles podem ensinar. Mas essa lunação foi dela.. pra aprender seus jeitos... seus olhares. Em breve nos despediremos, e a filha de Apollo segue, talvez acompanhada por um lobo... talvez por um corvo...talvez por um rato... talvez por um golfinho... talvez por uma joaninha. São as verdades que só A Sacerdotisa nos ajuda a enxergar =)
Para quem quiser ler o que a Leisa Refalo escreveu sobre esse podcast, em especial e conhecer um pouco mais da Lupa, acesse: http://tarotconnection.net/episode-72/
Num grande total de 12 alunos o dia todo, passamos o dia no colégio hoje. Realmente estou me perguntando se um dia letivo como o de hoje fez qualquer diferença em nossas vidas... ou se vai fazer os alunos melhorarem seus resultados no ENEM. Claro que os alunos estava suuuuper animados com a possibilidade de estarem só eles na escola... claro que queriam dividir esse momento com os poucos colegas presentes. Mas eu acho que é muito pior uma situação dessas, a qual pouco trabalhamos conteúdos, do que com a sala lotada, com vários trabalhos acontecendo. Hoje foi o dia da preguiça sem fim... No fundo, no fundo eu fiquei pensando em quanto o colégio gastou de energia elétrica e água no dia em que 10% dos alunos foi à escola... Ah, sim... o barulho dos corredores no dia de hj... cri cri cri
maio 2008
O excesso de sentimentos resultou em sua alma ficar paralisada, sem saber que rumo tomar, ou qual seria, dentre todas, a melhor decisão. Ao seu auxílio vêm os amigos, com métodos inusitados, para sacudir você um pouco, de modo que o estado de paralisia seja superado. Você poderá levar alguns sustos, por causa dos gritos, mas serão estes os que acordarão você para o monte de coisas legais que acontecem.
Vamos de conselho de seu Quiroga... Ouça os gritos de Pã!
Incrível como a coisa está rodando em torno dos amigos... Do nosso batalhão... melhor, da nossa legião. Acho que ultimamente estamos sendo como a 13a. de César... E ai daquele que falar mal da 13a. hehe
Avante, amigos! Marte é por nós!!
Eu fiquei com isso tudo na cabeça por conta de um podcast que estou ouvindo. Um sujeito lá no Canadá resolveu fazer um programa de rádio pensando o paganismo. Claro que muitas coisas dizem respeito a coisas de sua comunidade e ao mundo que fala inglês, assim fica um tanto mais difícil ter acesso a livros, etc e tal, mas a proposta é muito boa. E, no podcast do mês, ele fez uma entrevista com o professor Brendan Myers. Ele é doutor e pesquisador de diversas questões sociais e muito interessado na questão pagã de ser e de viver. Recentemente, ele escreveu um livro chamado The Other Side of Virtue, que nos ajuda a pensar na virtude como era vista e entendida pelos povos antigos, o que vai muito além do que pretendem ensinar para as pessoas nas escolas dominicais. Aliás, para conhecer mais do trabalho dele, acesse www.wildideas.net/cathbad . Nesse site se encontram muitos textos interessantes deles... provavelmente alguns que traduzirei em breve! Nesse podcast exatamente, Dr. Brendan Myers fala da virtude heróica e como esses valores eram importantes nas sociedades pagãs. E me fez pensar. Pensar muito... em honra, amizade e sentido de comunidade. Myers fala sobre como as virtudes da antiguidade estavam ligadas àquilo que dava vontade e alegria de viver... a honra, o bom nome, a família e a terra. E a comemoração de todas essas coisas. Não estavam ligadas à humildade ou ao recato, mas ao que faz a roda girar. Mas para ser entendido como um portador dessas virtudes, é necessário ter o reconhecimento de seu grupo. Assim, nada acontecia ou tinha respaldo sem a família, os amigos e mesmo a terra a qual se pertence. Ter honra é ser o de bom nome. E nisso estavam os amigos para endossar aquilo que vc é. Acredito piamente que é sempre o seu grupo que te legitima. Não por precisarmos necessariamente do que os outros pensam, mas pelo bem estar da comunidade, da relação saudável entre as pessoas. Do pertencer. Eu vejo o Neo-Paganismo sim como uma espiritualidade de muito individualismo, pois acreditamos que cada um tem direito ao entendimento do divino e ao viver as suas próprias experiências. Porém, com o grupo, com a família, com o clã, vivemos juntos e lutamos juntos pelo nosso viver. Afinal, o que sãos os rituais ao Sol, à Lua, à Terra, aos Deuses senão uma tentativa de manter a terra fértil para que todos possamos viver? O que é a vida em sociedade senão ajudas mútuas? Bem viver com o amigo, com o companheiro, com o irmão assegura a nossa sobrevivência. Acredito que virtude é o apoio do exército espartano entre seus membros. Há algum tempo, eu tinha pensado no termo AMIGO MEDIEVAL. O que não se vê sempre, mas é sempre alegre o encontro, mesmo que seja em situações adversas, pois o amigo está lá por vc... algumas vezes por sua saúde, outras por sua honra, outras pelo seu sentimento... outras por um gostoso estar. Acho que isso tudo é o Amigo Virtuoso, e graças ao Brilhante Apollo, eu estou cercada deles! E isso é tão Ano de Marte!
vc não escutou... pegue seu banquinho e saia de mansinho... Mas eu escuto... e cada dia que passa, eu começo a achar que ele tem mais razão e uma coisa é verdade... Seu Quiroga tb conhece justa medida. Nesse caso de hoje, bem justa. Acho que eu vou pegar minha raposa e me esconder entre as pedras para observar... 23 abril 2008
Quando coisas negativas acontecem com aquelas pessoas que atormentaram você durante muito tempo, assoma uma ponta de satisfação na alma. Seria sábio não se estender demais nesta celebração, pois os problemas de outrem serão seus também.
SALVE, JORGE!  E pra comemorar, hoje é dia de caipirinha, feijoada, cerveja, linguiça... Mais sugestões?
 Evento pré Dia das Mães para conversarmos sobre elas... todas Elas. Dia 4 de maio de 2008 - Parque da Aclimação.
Ai, ai... a pessoa sabe das coisas... e no fundo, no fundo nós tb sabemos.
Querido seu Quiroga, não é a primeira vez que o sr. escreve sobre isso. O sr. bem sabe, tenho certeza, que não quero resolver a qualquer custo.
Mas tudo que eu consigo pensar nesse momento, depois desse fim de semana mais longo é: estar low profile...
E que assim seja!
21 abril 2008
O objetivo principal é prosperar, mas não a qualquer custo. Por isso, é imprescindível resistir à tentação de adotar quaisquer atalhos de duvidosa reputação para encurtar o caminho que produziria a prosperidade almejada. Prosperar sim! A qualquer custo, não!
Embora eu seja uma cat person total, eu nunca tive um culto a essa Deusa... óbvio que ela me agrada, e espero poder agradá-la de alguma forma, então resolvi buscar alguns dados e encontrei na Wikipedia, tradução minha: Bastet (também escrito Bast, Baset, Ubasti, e Pasht) é uma antiga deusa solar e guerreira, adorada pelo menos desde a Segunda Dinastia. O centro de seu culto era uma cidade chamada Per-Bast (Bubastis em grego), a qual foi nomeada por conta da deusa. Originalmente ela era vista como deusa protetora do Baixo Egito, e consequentemente figurada como uma forte e feroz leoa. Na verdade, seu nome significa fêmea que devora. Como protetora, ela era defensora do faraó e como a posterior deidade Rá, ganhou títulosd solares como a Senhora da Chama ou Olho de Rá. Bast era originalmente uma deusa solar, mas sofrendo influências dos gregos, ficou também conhecida como uma deusa da lua. Na mitologia grega, Bast também era conhecida como Aelurus (gato). (...) por conta dessa associação, os gregos passaram a identificar Bast com Ártemis e assim a colocavam como irmã de Hórus, por sua associação a Apollo, gêmeo de Ártemis e assim, filha das grandes deidades egípcias, Isis e Osiris. Em descrições posteriores, algumasveses a deusa fora renominada como Bastet, uma variação de Bast com o sulfixo feminino colocado para melhorar a pronuncia da palavra. Mas uma vez que Bastet significa literalmente fêmea jarro de óleos, Bast tornou-se gradualmente a deusa dos perfumes, ganhando o nome de protetora perfumada. Em conexão com isso, quando Anubis se tornou deus do embalsamento, Bast, como deusa do perfume (do óleo perfumado, unguento) passou a ser pensada como sua esposa, e como mãe de Anubis, o que passa depois por outras escrituras quando Anubis é dado como filho de Neftis. Essa característica mais tranquila, deusa dos perfumes, junto com a perda de poder do Baixo Egito, fez com que a deusa perdesse também ferocidade. Assim, no Médio Reinado, ela se tornou um gato doméstico, mais que uma leoa. Osacionalemente, porém, ela aparece segurando uma máscara de leão. Pelos gatos serem muito cuidadosos com suas crias, Bast também pode ser pensada como deusa mãe e algumas de suas estátuas têm muitos gatinhos aos seu redor.
 | Raposa | Apr 17, '08 9:43 PM for everyone |
Não acho que a raposa seja meu totem ou coisa parecida... Mas tenho pensado nela desde que apareceu na carta do arcano 15. Raposa tirando a máscara... Tirar a máscara, pode ser. Mas de tudo, o que eu penso muito é na raposa sorridente com sua cabeça repousando na minha.
Quando pensamos em fábulas, o lobo aparece como vilão e a raposa como "safada, arteira". Eu penso que a raposa é safa. Ela é tão mais esperta do que se deixa perceber. E sorri. A raposa é quem olha e responde, "tá bom".
Na história do Gingerbread Man é ela quem papa o biscoito espertinho se fazendo de surda.
Aliás, eu acho que um lance bacana da raposa é isso de fazer um desinteresse para conseguir alguma coisa. Tem quem chame isso de hipocrisia, tem quem chame de maucaratismo. Hoje eu quero pensar em estratégia.
Estou aprendendo algumas sutilezas... bichinho bacana =)
Que coisa... eu acho que se não fosse esse Enforcado de semestre, eu não iria estar vivendo as coisas como estou fazendo. Existem momentos que nem parece que sou eu vivendo certas coisas. Tudo com mais calma e ponderação... mas sempre em surto libriano de pensamentos. Mas esses pensamentos andam refletindo muito o aqui e o agora. Nessas últimas lunações não tenho percebido os arcanos fora de mim... eu os estou sendo. Todos eles, da Imperatriz de 2007 até aqui. Até diceram que eu era a satanista oficial do grupo de estudos. Talvez seja mesmo. Mas estou me divertindo. O que eu venho pensando é em várias caras desse Diabo... nos repentes de "pecados" como raiva e vaidade... nas coisas que aconteceram pela primeira vez na vida relacionadas a dinheiro... e uma vontade de voltar a me viciar em endorfinas... todo dia, quando eu subo a Av. Angélica, eu penso em como eu poderia me exercitar melhor... em voltar a dançar... já cheguei a pensar em academia (toc toc toc... acho mtmtmtmt chato)... Penso nos almoços que eu venho me presenteado ultimamente... E acho que se pudesse, estaria me cubrindo de ouro. Mas uma coisa é certa... como não usar uniforme me ajuda e me conforta =) Ai, carne... como é gostoso desfrutar-te! 
Como colunista da base do Tribos de Gaia venho com muita alegria anunciar o novo site do Tribos.
Novos colunistas, novos textos e ainda mais novidades por vir!
"O Tribos de Gaia não é uma seita, grupo religioso, coven ou qualquer outra coisa que tenha uma linha ideológica ou religiosa. Somos apenas pessoas que nos reunimos no conceito indígena de tribo, que representa uma grande aliança. Portanto este é um espaço onde todos trabalham em prol de todos, numa grande aliança de idéias".
Confiram! Conheçam! Divulguem! www.tribosdegaia.org Contato: tribos@tribosdegaia.org
Que essa seja uma parte de um excelente começo!
Definitivamente não dá mais pra achar que o ser humano é uma ilha. Eu observo muito o comportamento dos pequenos e vejo como as pessoas se buscam desde muito cedo e nesse buscar recebem os braços conhecidos com tanta vontade. O contato. O cheiro. A pele. A vida humana começa assim... ou pelo menos deveria. Infelizmente sabemos de muitas formas de abandono que acontecem e acabam por deixar sequelas imensas, porque nenhum ser humano é uma ilha. Quando crescemos vamos passando por fases e essas fases se encerram no que chamamos de tribos, ou de grupos... e cada um com a sua característica. Na adolescência, no desespero de ser alguém, acabamos por nos diluir em um grupo que ouve a mesma música (1000 vezes) e que usa as mesmas coisas e valoriza os mesmos princípios. Então quando crescemos e vamos amadurecendo, vamos buscar vários braços, vários toques... da família, do ser amado, dos amigos... Os amigos... como são importantes em nossas vidas e como não tê-los, como não se identificar com outro faz falta. Eu era assim... eu não tinha amigos... ou tinha pessoas, que não bem eram amigos. E cheguei a dizer que tudo bem. Mas não é nada bem. Como nenhum ser humano é uma ilha, vamos aos poucos nos associando àqueles que parecem ter alguma coisa em comum com a gente. E isso pode vir de hobbies ou interesses gerais, pode vir de escola, trabalho... esses últimos ainda com direito de não gostarmos muito de uns ou outros que circundam o círculo. Essas são as alianças de corpo, de carne... Elas nos preenchem e nos divertem... nos deixam espaço para "analisar o comportamento humano" (hehe) e para uma ou outra coisa de Dioniso. Mas... existe a outra associação. A do espírito. Tem horas que a gente mal e mal escolhe... tem os momentos que elas simplesmente caem em nossos colos como coisas que não temos certeza do que são. E por mais que as busquemos, só vemos o espírito, a união deles, quando passamos dos véus e das atitudes da carne... do olhar e julgar... do torcer narizes, do opinar em como o outro deve viver. Acho que a união dos espíritos tem aconselhamento, mas antes de tudo, tem a compreensão. A compreensão de que nem sempre o outro pode compreender. A compreensão de que existem momentos nos quais nos entregamos. Quando quem chamamos de amigos passam pelo vínculo do espírito, pode ser que ele nem tenha o tempo longo das necessidades físicas... mas existe... onde o espírito existe. E as pessoas se sentem... se protegem e se completam com as palavras e com as atitudes que precisamos. O estudo superior sempre une. E quanto mais une, menos narizes se torcem... e mais e mais nos compreendemos. E nos sentimos seguros para estender a mão e dizer: "eu te compreendo"... 
e veio de uma intuição... essa coisa de oráculo às vezes é engraçada... E provavelmente eu vou ficar conhecida como A Diabinha =)
Eu fico pensando nisso sempre que vou olhar a lição de casa dos meus alunos. E de como eles ficam felizes quando mostramos para eles que fizeram sim um bom trabalho. Aliás, eles têm uma vontade imensa de mostrar o que fizeram.
Eu fiz uma liçãozinha de uma semana... e agora com o fim da Temperança, eu terminei. Dei jeito em tudo... vela e instrumentos. Cuidei de tudo. Sem preguiça, sem desculpas.
Como é gostoso o sentimento de dever cumprido. De tudo pronto. E foi assim que o domingo se encerrou.
Com o dever com o Padrinho cumprido... e com um sorriso no rosto! "Eu estou vestida com as roupas e as armas de Jorge..."
Eu falo que essa coisa de espelho é comigo!
Na visita ao I Encontro de Espiritualidade Feminina promovido pela Cirandda da Lua, conversei com o pessoal da TV ESPELHO MÀGICO. Conversamos um pouco sobre Bruxaria Italiana, magia e histórias.
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