Nesse ano eu tenho notado que as férias ou os feriados mais longos têm me colocado em situações que eu gosto mt e que são mt diferentes do meu cotidiano.
Ontem eu fui convidada a fazer uma leitura de tarot para uma estrangeira num hotel 5 estrelas na zona Sul... Não preciso dizer que eu agarrei a chance pq nela tem tudo que eu gosto: usar minha segunda língua, ler tarot e ir a um ambiente requintado.
Na verdade, eu preciso dizer, o local era tão requintado que houve momentos que eu pensei, meus deuses, onde ponho a minha mão agora? hehe
E de tudo isso, uma coisa me chamou muito a atenção. Não importa a cultura da pessoa, não importa o país, tem horas que as pessoas fazem de suas vidas um novelo de lã. E quanto mais inosado esteja o novelo, parece que menos a pessoa te escuta. As cartas chamavam a pessoa para um foco totalmente diferente do que ela tinha. Teve um momento no qual eu cheguei a sentir uma certa compaixão por ela, e se fosse uma das minhas amigas, certamente valeria um grande abraço, mas não era o caso...
Tem horas que as pessoas esperam que o tarólogo diga uma coisa... a gente não diz... a pessoa fica um tanto frustrada... mas acho que vale a terapia. E preciso dizer por mim, foi uma leitura longa e que me deu mt parâmetro para mts outras que virão.
E, claro, como ambiente requintado, valeu o café da manhã com talher de prata e queijo brie!