Pietra's posts with tag: amigas

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Blog EntryLua Nova e perspectivasMar 8, '08 5:47 AM
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(sábado)
Mudança de lua é sempre um momento beeem sensível. Ontem eu observei isso na quantidade de crianças que eu levei ao ambulatório da escola. Se os ânimos não ficam acirrados, os corpos ficam um pouco, hehe

Por fim, a lua nova chegou e com ela um momento de renovação. Um tão grande que a lua ficou fora de curso um tempão, talvez para que as cabeças se esfriassem, a minha inclusive.

Agora, me despedindo do Mundo e esperando o domingo para que eu receba meus novos arcanos de lunação, eu posso dizer que tive uma boa experiência com isso de lua nova.

(domingo)
Acho que esse dia foi muito esperado... para comemorar o aniversário do grupo de estudos... Para encontrar os amigos e repartir minha alegria.

Mas de tudo, o que foi mt legal, foi entrar no grupo sem arcano... fui pro grupo, sem lenço e sem documento. Foi gostoso, pois eu consegui assim, falar do meu Mundo até seu fim.

Depois, a Cássia tirou meus arcanos e agora tenho uma perspectivas pós lua nova: temperar e cozer a justa-medida.

E segue o caminho =)


Photo AlbumPlanetário do Ibirapuera (12 photos)Dec 28, '07 10:26 AM
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Férias é o tempo de ir ao planetário e curtir o parque do Ibirapuera... E foi o que fizemos ontem, 27/12/07, numa tarde linda e numa quase despedida de 2007 =)

Blog EntryAmigas DivinasDec 10, '07 5:16 AM
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É um fato... a casa da Inês é o nosso local de reuniões favorito para fazer nossas pequenas celebrações. Não que não tenha sido legal no apartamento monstro... mas não foi a nossa primeira reunião na Rua Maceió e sempre sai mt coisa boa.

Além da acolhida, acho que o mais legal é a oportunidade de podermos falar e fazer o que sentimos e precisamos. Ontem foi um dia desses, de fazer uma coisa que se precisava com o tempero de falar o que se sente...

Minhas amigas foram mandadas pelos Deuses... e a casa da Inês é um pedacinho do Olimpo!


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Coisas do grupo =) Foi um encontro bem gostoso, produtivo...

Blog EntryLealdadeNov 11, '07 7:05 PM
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Somos amigas... Amigas de confiar coisas da terra e do Olimpo. Somos amigas para discordar umas das outras às vezes. Somos amigas para dar uns toques umas nas outras que parecem verdadeiros tapas.

O lance é que, mesmo sem estar ali, grudadas, todos os dias, como irmãos que moram na mesma casa, sabemos que cada qual tem dificuldades e vontades... De não estar, de não falar... De dizer tudo que passa na cabeça, de comentar sonhos... de sonhar acordadas.

Lealdade é isso. É compreender o que existe. É não concordar sempre. É ser o braço que apoia sempre.

Lindo nosso círculo de arcanos... lindo nosso pequeno clã que talvez não seja real no plano físico... Mas é forte onde moram os Deuses...

Somos uma trindade...


 


Blog EntryApoioAug 10, '07 6:59 PM
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Hoje tive uma visão mais ampla do conceito de amigo medieval.

Sim, eles são aqueles que não vemos todos os dias. Também não são os que falamos todos os dias - ligação, MSN, pessoalmente... Não são aqueles que fazemos imensas confissões sobre nossas vidas íntimas, contanto as cores das nossas calcinhas ou mostramos fotos eróticas que tiramos...

Não. Amigos medievais são os que vêm na festa e na guerra. São os que têm palavras de festa e de guerra. E que de extrema confiança, nos abrem seus corações (e não sua gaveta de calcinhas).

Sabe aquela bobagem de "encosta a sua cabecinha no meu ombro e chora"?

Ouvi coisas para me acalmar, coisas para me consolar, coisas para me colocar no eixo.

Amigos medievais = corações que conversam


Mais uma vez, Quiroga nos traz a sua sabedoria para irmos destilando durante o mês...

"Sua natureza cósmica sempre valorizará espontaneamente a aproximação de qualquer pessoa, pois é feita de relacionamentos humanos. Neste momento, a sua natureza é honrada pelo misterioso destino trazendo até você pessoas realmente importantes. Isto garantirá que, depois, você não amargue qualquer frustração por ter investido muito em quem não devolveu na mesma moeda".

O que isso tudo quer dizer...

A primeira coisa é uma que eu já sabia e venho desenvolvendo desde o ano novo astrológico: adeus, malas... Se vcs não se foram sozinhas, eu mesma estou tirando vcs da minha esteira de bagagem =) 

A segunda coisa é que, de verdade, conheci mt gente que se tornou mt importante durante o ano... pessoas que tem se provado ser um presente de Zeus =)

A terceira coisa é ganhar a mesma moeda... eu tenho amigas que eu sabia que gostava, mas não sabia que gostava tanto! Para minhas amigas medievais, mil vivas. Perceberam como estamos nos tornando um grupo sólido ainda que etéreo?

E a quarta e última coisa, sejamos librianos o suficiente para lidar com quem não é libriano como nós!

Ah, é... tb vale uma homenagem ao meu Fauno... há uma geração estamos juntos... Te amo, filho de Pã!!

 

PS: para ver o seu signo, clique aqui!

PS: imagem do Corbis... os olímpicos... ok, meu amor e minhas amigas são preponderantemente ctônicos, mas o que seria do Sol sem a Terra???


Blog EntryGuirlandas e CoroasJun 15, '07 8:16 AM
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O amigo Gwydyon Drake postou na lista de discussão Dionísio o seguinte texto  com a proposta que fizessemos guirlandas ou coroas virtuais para amigos, Deuses ou mesmo, desamores. Fiquei mesmo pensando no assunto, pois coroas destacam o sagrado... Guirlandas, um vínculo...

Pensei em coroas para minhas amigas medievais como um instrumento para sacralizar nossa amizade tão bonita e, em muitos momentos, muito divina. Para nós, uma linda guirlanda de acácias, girassóis e rosas cor-de-rosa, perspassadas por louros e folhas de videira.

Pensei em guirlandas para demonstrar meu vínculo com um Fauno da Floresta que, como eu, não gosta de dia dos namorados, mas sabe que o amor se manifesta em vários momentos, vários dias... até os de mau-humor... Para ele, uma guirlanda de flores de cereja, rosas brancas, canela e algumas pimentinhas rosa pra deixar a coisa sempre mais quente!

E por que não uma coroa para os que adoram um "recadinho", vivem de dores, burocracias e adoram perguntar aos outros sobre a nossa vida ao invés de nós mesmos e que vão usar essa coroa como uma carapuça... Bem, pra esses, uma coroa de post-it, urtigas e cartõezinhos de recarga de celular.

Segue um texto do Roberto Calasso, Retirado do livro Núpcias de Cadmo e Harmonia que nos fala de Coroas e Guirlandas, a intenção do texto á fazer com que pensem mais sobre  elas.

Todo o mundo clássico, dos afrescos minóicos aos banquetes ro­manos, está saturado de coroas. Em Roma, o coronarius exercia uma profissão rentável porque eram inúmeras as ocasiões em que as coroas eram usadas. "Antigamente" , recorda Plínio, "as coroas serviam para honrar os deuses e os altares públicos e privados, as tumbas e os espí­ritos." Depois foram para as estátuas dos deuses, para as vítimas de sacrifícios, para os esposos. Depois para os atletas que venciam os jogos. Depois para os poetas ou guerreiros que se destacavam. Depois para a alegria dos banquetes. Os amantes penduravam coroas nas portas dos amados. E Cleópatra pensou também, um dia, em usar pétalas de uma coroa para envenenar Antônio. Das múmias egípcias aos polemistas cristãos, que tentavam evitar o uso pagão e nele recaem, seria possível dizer que o mundo mediterrâneo caminhou por longo tempo naquela imagem circular, naquelas flores significativas e efêmeras que variavam para cada circunstância. Tal era a onipresença das coroas que toda uma literatura desenvolveu- se sobre elas. Poucos argumentos pareciam tão adequados às competições de erudição entre os sofistas reunidos num banquete. Mas, se retrocedermos de suas amáveis conversas até a ori­gem, o que vem ao nosso encontro?

A primeira coroa foi uma homenagem de Zeus a Prometeu, veio portanto como presente dos deuses para o homem mais ambíguo em relação a eles, ameaça e salvação. Aquela coroa devia equilibrar o sofrimento das correntes em que o próprio Zeus aprisionara Prometeu por muito tempo. Agora a fria pressão do metal transformava- se naquilo que Ésquilo chamou de "a melhor das correntes": um entrelaçado circular de folhas, ramos e flores. Era o mesmo processo pelo qual o cinto enfeitado de Afrodite se havia sobreposto à rede sufocante de Ate. E, como no cinto de Afrodite está tecido o engano, na coroa de Prometeu pode ser reconhecido o extremo desafio do engano. Lemos em Higino: ` `Nonnuili et iam coronam habuisse dixerunt, ut se victorem impune peccasse diceret". "Alguns dizem que (Prometeu) tenha conseguido uma coroa a fim de poder afirmar ter triunfado na impunidade da culpa." Como o cinto de Afrodite, a coroa é o vínculo da necessidade, mas agora aquele vínculo, desfeito em pétalas, capturado pela beleza, aproxima-se da delicada superfluidade do ornamento. O véu da aparência estética pode esconder atrás de si até o acaso de quem quer subtrair-se à necessidade, de quem ainda busca uma impunidade que andnké não concede. As palavras de Higino insinuam isso.

Mas a visão de Ésquilo é diferente. Para ele, a coroa doada a Prometeu é antipoina, uma "retribuição' que também é resgate. Prometeu a merecera ao revelar a Zeus que o filho dele com Tétis, caso viesse a nascer, acabaria por suplantá-lo. Assim, após ter enganado o deus, Prometeu o salvara. E agora permanecia entre os homens entregando-lhes uma outra revelação, depois do fogo: a coroa. Da corrente à coroa: era sempre um vínculo porque tudo de forte que toma conta de nós é um vínculo. Mas agora se suavizava, tornava-se frágil e delicado, cingia levemente a cabeça porque "na cabeça estão todas as nossas sensações". O que de tão precioso se encerrava naquela composição vegetal? A perfeição. Era o presente grego por excelência, o que foi procurado em todas as ocasiões.

Longo viria a ser o caminho para chegar às coroas distribuídas nos banquetes. A princípio, era essencial a separação na coroa. Primordial círculo mágico, dividia o mundo entre um fragmento sacro (a vítima sacrifical, a esposa, a estátua) e todo o resto. ` `Tudo aquilo que pertencia ao culto, pessoas e animais, vítimas ou símbolos, levava como sinal de consagração coroas ou vendas e, freqüentemente, coroas e vendas juntas." Então a coroa é "arauto do sacro silêncio", prelúdio da morte sacrifical. Mas, a partir daquela origem de culto, os gregos tomaram um caminho que foi somente seu. O sagrado é impregnador, invade uma donzela, uma fera, um simulacro e as preenche. Portanto o sagrado se realiza na plenitude e a plenitude na perfeição, uma vez que - nas palavras de Aristóteles - "nós só oferecemos aos deuses coisas perfeitas e íntegras". Fala-se, na Ilíada, de "jovens que enchiam ("coroavam". epestépsanto) de vinho as crateras". Coroa é a borda da taça, o ponto em que a plenitude se torna superabundância. A coroa é um templum móvel, concentra a escolha e o perigo. O perfeito atrai a morte para si porque não existe plenitude sem superabundância e o que sobra é o excedente que o sacrifício reivindica. "O que está cheio é perfeito e coroar significa uma forma de perfeição", lemos em Ateneu. Os animais a serem sacrificados eram coroados quando se tinha a certeza de que fossem perfeitos, "para não matar algo de não útil".

Antigamente, a coroa encerrava o sagrado, separando-o do mundo comum. No final, conterá o perfeito na sua plenitude auto-suficiente. Procedendo a um agudo e tácito deslocamento dos planos, os gregos subtraíram a coroa ao rito e ao sangue. Quiseram que celebrasse o perfeito enquanto tal. Então, não teria acompanhado uma cerimônia que se realiza mas sim algo que simplesmente existe. Coroa não é senão o grau mais alto, mais exposto da existência. Safo se dirige a Dica: "Cinge com suaves coroas os teus cachos, reunindo com tuas delicadas mãos ramos de anis; porque as Cárites beatas preferem observar o que é adorno de flores e afastam o olhar de quem não traz coroas". Dica representa a perfeição em si mesma, que ilumina o olhar benévolo das Cárites. Não é mais Ifigênia, convencida de usar a coroa como esposa, enquanto aquela coroa a isola como vítima que será degolada sobre o altar.

Os gregos retiraram do sagrado verso o perfeito, confiando na soberania do estético. Foi um afastamento muito breve, que se manteve enquanto durou a tensão entre o sagrado e o perfeito, até que sacralidade e perfeição lograram conviver sem diminuir-se. Mas nenhuma outra tribo o tentara. Se justamente em Safo encontramos pela primeira vez uma coroa que parece atrair para si mesma o olhar das Cárites, se com ela o uso ritual parece tornar-se um pretexto para o verniz estético, devemos este despreocupado imediatismo não mais à tó kalón, categoria demasiado grave, mas sim à abrosyné, palavra que não terá sucesso entre os filósofos e que não saberíamos traduzir sem misturar na mente a delicadeza e o esplendor, a graça e o luxo. "Eu amo a abrosyné", diz um outro verso de Safo e talvez seja sua única confissão indubitável.

 

Imagem: The Muse Erato by Francois Boucher and Studio


Blog EntryAmizades amiguxasMay 21, '07 7:21 AM
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Quiroga para librianos hoje:

"A amizade é o relacionamento perfeito, pelo que fica evidente que as pessoas cometem um erro ao se precipitar a chamar de amigas pessoas que só começaram a conhecer. A amizade é perfeita porque as pessoas envolvidas confiam umas nas outras".

Amizade involve confiança... é verdade. E confiança não apenas das confissões da sua alma, mas confiança em saber que o coração da pessoa é seu e o seu, dela mesmo com meses de separação.

É uma relação de quem se olha e se gosta, se sorri ou que pede ajuda com um olhar.

As amigas são aquelas que riem juntas e entendem as lágrimas das outras trazendo um lenço ou um ombro ou apenas um sentimento de compreensão.

Meus amigos são amantes da Natureza, buscadores de si mesmo, realizadores de sonhos, donos de mãos curadoras, anfitriões junto ao campo e as fogueiras. Meus amigos são as minhas pessoas favoritas no mundo...

Meus amigos são lindos, purpurinados e medievais!*!

Então, adeus amigos das lamúrias sem fim e da falta de confiança... O arcano 13 os levou.

* Amigo medieval: aquele que vemos em ocasiões dadas ou esporádicas, sem obrigações de ligações, e-mails ou saídas. São aqueles que vêem nos nossos olhos nosso amor sincero por eles.


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Para o encontro de maio, Inês, Sarah e Pietra acharam um local lindo no Parque da Água Branca =)

"Arregace as mangas e se dedique com afinco a organizar os assuntos que forem de seu maior interesse. O tempo atual não é grandioso, nem de estupendas realizações, porém, é aquele que servirá de base para que, no futuro, as coisas aconteçam de acordo com um nível maior de ambição. Tudo tem seu tempo certo, e este serve para organizar e recuperar força".

Se para nós librianos é o momento de juntar castanhas para o Inverno, eu surigo que coloquemos a mão na massa... Claro que com graça. Claro que uma massa delicada e que se transformará num bolo lindo. Claro que mãos bem cuidadas e feitas... Mas que o façamos!

Mas, acho que isso tb pode valer como uma das dicas  de emagrecimento: Fazer acontecer! Pode parecer mote de ariano, porém nos motiva e nos dá gás - principalmente pro libriano, quem nem sempre é explosivo.

O grande lance é fazer acontecer na hora... ou seja, por que deixar pra segunda-feira pra pensar em vc? Pense agora? Do que vc precisa? Posso me dar um bom agora?

Se efetivamente nos assumirmos e começarmos nossos projetos nesse minuto, podemos até dar uns tropeços, mas o primeiro passo está dado... Errou? Bola pra frente, se proponha a não errar mais... a não errar na próxima. E qdo temos uma atitude dessas, ficamos felizes e motivadas.

Pode ser que agora não seja o momento dos frutos, mas não se preocupe: ele vai chegar se vc não parar no meio do caminho.

Siga em frente, arregace as mangas e mande ver... A hora da colheita sempre chega... seja de dinheiro, de um projeto, de um evento, ou até mesmo de um corpo magro e saudável!!


Blog EntryRitual de Ano Novo Astrológico 2007Mar 29, '07 8:35 PM
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Atendendo a pedidos, hehe

Essa foi uma prática nova que eu adotei e tenho certeza que mts dos participantes também. Acho que a gente sempre lembra do ano novo astrológico, como do chinês, faz um pequeno ritual, mas nada como esse ano.

O grande lance foi porque eu sinto que estava todo mundo muito estafado do que foi 2006 e sua regência.

Mas eu preciso dizer que é uma delicia fazer festa de reveillon em março!

Nos preparamos muito... pesquisamos receitas que seriam adequadas para um ritual a Júpiter. Pensamos em cores, e nossa festa foi roxa e dourada... incluindo as saladas da mãe da Inês. Teve bala de mel e bolo colorido.

Em termos de simbologia, trabalhamos símbolos astrológicos como Sagitário e o próprio Júpiter, além de figuras representativas do cisne, raio, touro e carvalho.

Preparamos oferendas em mel, semestes e grãos como arroz, feijão; folhas e ervas como artemísia e alfazema e alecrim.

Também queimamos folhas de louro para que as pessoas pudessem fazer desejos de expansão e crescimento.

Chamamos Apolo e Diana como Casal Divino e chamamos o deus Júpiter, pois era sua celebração.

O ritual foi realmente simples, com rezas, pedidos, ofertas, agradecimentos e alegria. Eu estive num templo com as minhas irmãs. Eu sou sim uma praticante solitária, mas acho que a combinação de forças dentro do templo não poderia ser melhor... As melhores bruxas =)

Por fim, estouramos um bexigão branco, o nosso touro branco, que dentro tinha pequenos amuletos de crescimento e prospedidade como anéis e moedas de chocolate.

O que eu posso dizer com certeza é que já estamos pensando em março que vem


EventGrupo de Estudos de TarotFeb 27, '07 9:07 PM
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Start:     Apr 8, '07
Primeiro encontro do grupo de estudos de tarot.

Qual foi o arcano da tua última lua cheia?

Blog EntryMinhas 7 coisas Jan 30, '07 5:53 AM
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Indo no embalo das minhas amigas felinas, estou tb pensando em 7 coisas... é um caminho de auto-conhecimento!!

Sete coisas que eu tenho que fazer antes de morrer:

1- Ver a cidade dos meus antepassados - e toda a Itália, pq não?
2- Morar com uma pessoa legal - pq eu odeio ficar sozinha.
3- Conhecer muitos tipos de comida!
3- Escrever um livro e ter uma noite de autógrafos.
4- Ter uma festa surpresa.
5- Ter dinheiro para realizar coisas maravilhosas - para mim e para os meus
6- Ser MUITO mais tolerante com as pessoas.
7- Falar mais uma língua.

As sete coisas que eu mais digo:

1- Na verdade...
2- Mais que isso ainda
3-Medo
4- Oi?
5- Pode ser...
6- Fome!!!!!
7- Ai, amor...

Sete coisas que eu faço bem:

1- Falar inglês 
2- Me vestir e arrumar um estilo
3- Dirigir
4- Ler tarot
5- Perceber meu corpo e suas necessidades
6- Escrever
7- Dançar

Sete coisas que eu não faço:

1- Guardar dinheiro - que horror!
2- Ouvir tecno - ai, como me irrita!
3- Tomar partido sem saber o que rola com as partes.
4- Esperar pra ir no banheiro ou ir comer (qdo eu tenho fome, sou um diabo!)
5- Tomar refrigerante
6- Andar sem cinto de segurança.
7- Ficar sem celular!!!

Sete coisas que me encantam:

1- As possibilidades que a sociedade tem para crescer e melhorar.
2- O tamano e as variações do nosso país
3- Meus ancestrais
4- SOL!
5- A capacidade de aprender.
6- A vida das minhas gatas...
7- Antiguidades...

Sete coisas que eu não gosto:

1- Pessoas que se colocam no caminho sabendo que vão atrapalhar.
2- Ficar sem comunicação com o mundo
3- O tamanho da ignorância das pessoas
4- Ter o direito de ir e vir restrito
5- Choramingo
6- Chuva forte com eu fora de casa
7- Estar na rua, sob o sol, sem óculos escuros... quem não tem colírio!


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